segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Como parei de ser ingênua e aprendi a ser uma boa cliente

Tenho buscado, cada vez mais, entender melhor as relações entre empresas e pessoas e, hoje em dia, sou muito mais firme na defesa dos meus direitos e também mais consciente dos meus deveres. Ou seja, passei de ingênua a uma boa cliente.

Livro que ganhei da Alphagraphics. Foto: reprodução
Vou contar aqui um exemplo positivo, o da Alphagraphics. Mandei fazer cartões de visita de uma promoção de 100 cartões grátis. A entrega atrasou. Reclamei (antigamente eu não iria falar nada, afinal, eles já estavam dando os cartões de graça certo?). Além de resolver o meu problema a empresa ainda enviou um belo brinde, como forma de compensar pelo ocorrido.

A gente também aprende com os erros. Em outro caso eu frequentava, há anos, um supermercado, que prometia estacionamento grátis após determinado valor de compra. Fiz uma compra vultosa, mas validei o ticket após outra compra, essa de valor baixo. Com isso, fui barrada em duas cancelas e ainda tive que pagar R$ 10 para sair.

Fui, neste caso, ingênua de novo. Deveria ter acionado algum superior na hora.  Deveria ter apresentado o outro ticket, também na hora. Deveria ter guardado todas as provas do ocorrido. Com base nessas experiências gostaria de colocar abaixo outras dicas práticas:

- Prometa o que você pode cumprir

Pense bem em todos os detalhes envolvidos antes de vender um produto, serviço ou de realizar uma promoção. A quantidade de produtos ofertados cobre a demanda? A comunicação é clara? E o prazo de pagamento e a entrega? Busque estabelecer os principais pontos por escrito.

- Cliente, tenha uma atitude proativa

Quem me conhece há mais tempo sabe que sempre fui uma pessoa de boa índole, que busca acreditar nas pessoas e ter boa fé.

Mas eu sei que, muitas vezes, o que eu penso não é o que a outra pessoa entende e que há gente desonesta neste mundo. Para evitar este tipo de problema agora eu anoto, tiro dúvidas, registro o que está acontecendo, tiro fotos e reclamo, de forma organizada, calma e acionando instâncias superiores, quando é o caso. Sei que isso burocratiza algumas situações, mas me protege de muitos problemas.

Dito tudo isso, recomendo estes três artigos que consultei sobre este mesmo tema: “o cliente tem sempre razão”?

Artigo do Sebrae-SP, texto de Rogério Martins e artigo de Sylvio Ribeiro. 

Abraços e até a próxima!

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