O blog é de uma pessoa apaixonada pela vida que gosta de falar sobre Comunicação, Tecnologia e Cidadania. Sugestões e colaborações serão sempre bem-vindas.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
O processo de morrer: tema ainda tabu
domingo, 24 de outubro de 2010
Faz muito tempo que não escrevo...
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Dica de site com vagas de emprego
Tem várias dicas e vagas bacanas para jornalistas. Siga você também e ache um job!!
quinta-feira, 8 de julho de 2010
Não vale o escrito - Dora Kramer
É bom que alguém comece a prestar atenção nestes programas....talvez assim o noticiário político passaria a se importar com o que os políticos querem ao serem eleitos (além de conquistar o poder).
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Novos rumos na carreira
Vou para uma empresa maior, com mais responsabilidades, uma delas ajudar a formar o conteúdo que será exibido na página especial de eleições. Vou poder continuar a colocar em prática os ensinamentos sobre política e internet, hehehe....
Bem, preciso deixar o espaço, já que agora o tempo é corrido. Acabou a época das convenções partidárias e, pior, agora que o Brasil foi eliminado da Copa do Mundo, todo mundo vai começar a se ligar em eleições....forte abraço e até.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Mais da minha monografia sobre política e internet
- A intenção principal do projeto é estudar a presença do programa de governo nas campanhas políticas de candidatos a deputado estadual ou federal nas eleições de 2010. O trabalho fará uma comparação entre o discurso dos candidatos na internet e na imprensa escrita, usando como exemplo o jornal onde trabalho, o Diário do Grande ABC.
Pretendo escolher para o estudo de caso três políticos que estejam disputando a reeleição e que sejam de partidos majoritários (preferencialmente PT, PSDB e PMDB) e, a partir daí, fazer uma análise do conteúdo produzido por eles durante o período eleitoral no Twitter e no site institucional, fazendo a comparação com o jornal para verificar como o discurso propagado por eles se reflete na imprensa, e vice-versa.
Vamos ver no que dá...
O professor recomendou dois livros sobre o tema, que divulgo abaixo:
- "Internet e Política - Teoria e prática da democracia moderna", de José Eisenberg e Marco Cepik, editora Humanitas, UFMG.
- "Esfera pública, redes e jornalismo" - vários autores (Angela Marques e outros, com prefácio de André Lemos) E-papers, Faculdade Casper Líbero, RJ.
Continuarei divulgando aqui os próximos passos da monografia. Aguardem os próximos capítulos ;-)
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Sobre os deputados e o Twitter
E o DEM é o partido com maior número de seguidores: 92 mil, contra 90 mil do segundo colocado, o PT. Achei tão curiosa esta liderança do DEM...a que ela se deve? Arrisco dois palpites:
- Porque representa forças tradicionais da sociedade, mais conectadas à internet (embora o PSDB também se enquadre nesta categoria);
- Por ser um partido de oposição, que agregaria mais apoiadores do que os da situação (tese que precisa ainda ser comprovada).
Mas o fato é que este fenômeno do uso dos políticos e do Twitter precisa ser estudado de forma aprofundada. A conferir...
terça-feira, 1 de junho de 2010
Para voltar à questão do concurso para jornalista...
São míseros R$ 1.0101,23 por oito horas diárias...
Ainda bem que o Comunique-se levantou a lebre, e aproveito para espalhar a informação e lançar o alerta de que, hoje, cada vez mais precisamos de informação.
Apuração boa é item caro, não só pelo profissional, que precisa ser bem remunerado para se dedicar ao que faz, mas pelo tempo gasto apurando.
Precisamos defender o valor do trabalho da imprensa, sempre!
Aproveito para enviar um apelo ao prefeito de Rio Grande da Serra, o Adler Kiko Teixeira: por favor, reveja este concurso. Sabemos que a cidade é pequena, mas isso não é desculpa. como disse, informação de qualidade tem seu preço, e a população de Rio Grande da Serra merece um tratamento digno a seus jornalistas.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Esse blog já completou um ano!!!
Para ser mais exata, este Mais dois leitores lançou voo no dia 19 de março de 2009. Veja o primeiro post aqui.
A minha concepção de política e internet melhorou bastante de lá até aqui (embora muitas coisas eu ainda não consiga compreender). Naquela época, eu não havia reunido tantas informações sobre este fenômeno que é o surgimento da rede de computadores, que abala as estruturas tradicionais de mídia e ajuda a disseminar uma outra cultura de compartilhamento de poder.
Este blog tem outra grande utilidade: serve para guardar artigos que li e que achei interessantes (e que de outra forma teria dificuldades para encontrar).
Agradeço de coração aos que gostam deste espaço, agradeço também pelas críticas, que sempre engrandecem, e vamos em frente, caros dois leitores.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Internet, a cada dia mais poderosa
Sobre isso, segue link para reportagem do Estadão de hoje, que afirma que o uso da rede não será decisivo, mas servirá como "munição" para as discussões entre militantes nas ruas. Essa é uma linha de análise que vem sendo comprovada por outros estudos semelhantes feitos por aí.
Tem uma outra matéria que queria deixar registrada aqui, da Folha, falando que os candidatos são vigiados por um "Big Brother" eleitoral. É o velho "clipping" passando para o universo online, o que também é sinal de que as disputas políticas estão passando a considerar, para valer, a importância da internet no debate.
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Elas não usam o Twitter - do Blog do Lauro Jardim
Autor de A Bíblia do Marketing Digital — um dos livros de marketing mais vendidos do Brasil em 2009 — Claudio Torres fez um teste com José Serra, Dilma Roussef e Marina Silva que revela muito sobre o uso do Twitter na campanha.
Durante dezesseis horas do dia 11 de maio, ele e mais um grupo de colaboradores enviou centenas de mensagens para os três pedindo ao menos uma manifestação.
Só Serra respondeu. E às altas horas da madrugada:
- Nossa, @claudiotorres, você mandou uns 200 tweets hoje e me deu um trabalhão.
Tudo bem que pode ter sido um assessor respondendo Claudio. Mas para quem segue o perfil dos candidatos é cada vez maior a impressão que Serra é o único que, de fato, usa o Twitter.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Twitter é melhor para a oposição?
“ ‘Nós iremos mudar Washington’ é fácil de fazer caber em 140 caracteres. Explicar os confusos e inevitáveis compromissos do poder é muito mais difícil”, diz o texto (em tradução livre).
O artigo cita em seguida um estudo feito em janeiro deste ano pela Fleishman Hillard, uma firma de relações-públicas de Washington, que descobriu que os republicanos “twittam” cinco vezes mais do que os democratas. (Vou tentar descobrir esta empresa, quem sabe eles não ajudam esta pobre jornalista...)
Existe também uma outra linha de pesquisa, esta brazuca mesmo, que alega que o Twitter é uma ferramenta usada pelos grupos não contemplados pela chamada “mídia tradicional”.
Um livro MUITO bacana que li que aborda este assunto é da Fundação Perseu Abramo e se chama: “A mídia nas eleições de 2006”. Há dois capítulos, se não me falhe a memória, que tratam do papel na internet nas eleições de 2008, e ambos são interessantes. Recomendo a leitura.
Há um outro livro que parece interessante (mas que não li), também da Fundação Perseu Abramo, que se chama: Revolução tecnológica internet e socialismo. Este está disponível para download gratuito, que pode ser feito nesta página.
Boa leitura a todos!
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Ausência do blog
Sempre conto aqui a evolução das minhas ideias, pois então abaixo vai a versão mais recente do meu trabalho final:
Penso em fazer um estudo sobre o conteúdo produzido pelos candidatos a cargos proporcionais (deputados estaduais, federais e senadores) do Grande ABC na internet, durante as eleições de 2010. Não sei se farei um estudo mais geral ou se, dentro deste conteúdo, vou verificar a presença das propostas de campanha. Ainda estou pensando na melhor alternativa.
Por favor, quem quiser informações mais atualizadas visite o meu perfil no Twitter @tatiane1982. Sempre escrevo por lá.
Abraços e até breve.
domingo, 11 de abril de 2010
A conquista do eleitor pelas redes sociais
"Se os pré-candidatos à Presidência Dilma Rousseff (PT) e José Serra (PSDB) quiserem crescer nas regiões onde seu desempenho nas pesquisas de intenção de voto anda fraco, é bom olharem como cada região está utilizando as redes sociais.
Principalmente Twitter e blogs, os instrumentos on-line que, segundo pesquisadores que estudam a interação entre internet e política, serão as principais ferramentas na campanha eleitoral de 2010 na internet".
O interessante é que o texto conta que saiu nesta semana um novo relatório sobre o uso das tecnologias de informação no Brasil, feito pelo Cetic (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), indispensável para quem deseja pesquisar sobre internet.
Por fim, O Globo menciona no artigo dois especialistas em política e internet: Juliano Borges, da Uerj, e Adriane Figueirola Martins, da UFF. Vou tentar falar com eles pra ver se eles me dão umas dicas para a minha monografia...
Abraços aos meus dois leitores e até a próxima.
terça-feira, 6 de abril de 2010
Sobre Maquiavel
O livro, sem dúvida, contém ensinamentos úteis para quem deseja exercer a arte do poder. É claro que não concordo com tudo, inclusive com a frase mais famosa da obra - "os fins justificam os meios" - até porque, na opinião de Maquiavel, os homens são maus em sua essência, opinião diferente da minha.
Além disso, suas ideias têm embutidas, novamente na minha leitura, um conceito de que as coisas são assim e não irão mudar; enquanto acredito muito mais na evolução, de que a sociedade ao longo dos tempos aprendeu a ser menos bárbara, menos violenta e mais civilizada.
Não sei se estou me fazendo entender, mas vamos lá... Feitas estas observações, vou colocar abaixo os pontos que considero mais interessantes da obra para os dias de hoje.
Ele fala que um príncipe deve morar no terreno conquistado ou nele formar colônias. Nisso entendo aquele ditado bem brasileiro: "o olho do dono engorda o gado", ou seja, é importante manter firme o controle sobre uma posição que se deseja ocupar e se fazer presente.
Também é bacana a parte em que ele alerta para o perigo das inovações: "quem toma a iniciativa suscita a inimizade de todos os que são beneficiados pela ordem antiga, e é defendido tibiamente por todos os que seriam beneficiados com a nova ordem". Ou seja, trocando em miúdos, só invente, em um novo domínio, quando tiver certeza de sua força, do contrário, pode se surpreender com a falta de apoio.
Também gosto da parte em que ele diz que é necessário apoiar os aliados pequenos e enfraquecer os grandes, que podem ameaçar seu domínio. Nisso penso em tantas batalhas que as empresas enfrentam, e como hoje cada vez mais elas se aliam de formas antes inimagináveis...
Outro destaque: limite suas ambições. "O desejo de conquista é algo muito natural e comum; aqueles que obtêm êxito na conquista são sempre louvados, e jamais censurados; os que não têm condições de conquistar, mas querem fazê-lo a qualquer custo, cometem um erro que merece ser recriminado". Em bom português: cuidado com o que se deseja...
Ele ainda defende que o governante sempre pareça ter boas qualidades, mas que ele saiba também aparentar estas características e praticar a crueldade, se for algo necessário para que ele mantenha o poder.
Ah (este post está ficando longo), outro ponto que lembra os nossos políticos: para Maquiavel, se vc tiver que adotar uma medida impopular, aja de uma única vez e, de preferência, por meio de intermediários; já os benefícios devem ser concedidos diretamente pelos governantes e aos poucos, para que a população sinta mais os efeitos positivos (algo a ver com as nossas inaugurações destes últimos dias?)
Bem, pra terminar, neste ano, estamos em uma grande batalha, as eleições. Grupos políticos tentarão prevalecer sobre outros, usando em muitos momentos os ensinamentos de Maquiavel. Eles tentarão parecer honestos, íntegros e leais, mas na verdade podem mudar a palavra empenhada e até nos prejudicar se assim for necessário para que eles mantenham seus projetos de poder.
Cabe a nós, na minha opinião um povo muito mais evoluído do que na época de Maquiavel, avaliar quais opções políticas são melhores e, principalmente, limitar, controlar o poder dos políticos, para que eles tenham que prestar contas e desta forma agir em prol não somente deles mesmos. Ufa! Terminei.
terça-feira, 23 de março de 2010
Sobre as diferenças entre Twitter e Blog
Mas a intenção deste post é falar sobre as diferenças entre blog e Twitter. Para mim, o Twitter é mais como um termômetro do que está acontecendo, é muito rápido e permite saber em tempo real qual a discussão mais forte do momento, e passar para os amigos o que eu acho importante no momento. É uma ferramenta que me ajuda, inclusive, no meu trabalho diário como jornalista.
Por outro lado, o blog é mais atemporal, rende discussões mesmo muito depois que um post é lançado no ar. Muitas vezes me surpreendo quando vejo o relatório de acessos deste Mais dos Leitores e reparo que alguém leu, na última semana, um post feito por mim sei lá, um mês atrás.
Bem, enfim, reflexões sobre partes destas tecnologias, que já se tornaram parte indispensável da minha vida...
quinta-feira, 18 de março de 2010
Sobre o meu projeto de monografia
A minha tese é de que a nova realidade dos blogs, internet, em que mais gente produz informação muda a relação entre regional e nacional, presente nestes veículos. Acredito, ainda, que hoje os jornais regionais precisam ser muito mais globais para sobreviver (parece estranho, mas é o que penso).
Ainda não sei como exatamente como fazer o estudo na prática. Estou pensando em usar o jornal A Tribuna como exemplo, mas é um veículo que não tem seção de política...estranho...alguém de Santos saberia me explicar porque isso acontece?
Se alguém tiver alguma indicação de blog político legal, eu agradeço. Nestes últimos tempos ando vendo muito o Twiticos, um site bem legal, que inclusive fez hoje uma "discussão virtual" sobre o projeto de lei Ficha Limpa. Abraços aos meus dois leitores!
quarta-feira, 3 de março de 2010
Sobre a questão do concurso
Queria dizer algo sobre a realidade do jornalista.
Sim, amo fazer reportagens, e gostaria de fazer isto pelo resto da minha vida. Não é, nem de longe, a minha primeira opção profissional prestar concurso.
No entanto, já estou chegando aos 30 e, nesta condição - pensando ainda que pretendo ser mãe no futuro - a estabilidade e o horário "de gente" proporcionados pela carreira pública começam a ser atrativos.
Ainda me sinto privilegiada por poder exercer o Jornalismo no Brasil, já que são tantas as dificuldades. Conheço muitas pessoas talentosas que nem ao menos possuem esta chance.
No entanto, como disse, tenho que pensar no ganha pão, no dia-a-dia e nas contas pra pagar.
Isso não significa mudanças imediatas, apenas que penso neste caminho para o meu futuro. Existem outros: por exemplo, um dos meus sonhos é ser professora universitária.
O jornalismo tem um pouco a ver com a carreira de ator, na minha opinião: existe aquela elite, "global", que ganha muito, enquanto a massa segue com baixas condições de trabalho.
E, para piorar, a categoria não é unida. Pegando emprestada uma frase que o meu namorado disse que é do Mino Carta, "jornalista é o único que chama patrão de amigo".
Talvez isso explique um pouco a minha decisão a respeito dos concursos. Deixarei a todos informados sobre os meus próximos passos. Até.
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Minha decepção com a prova de concurso para Jornalista
Conhecimentos específicos é o setor que, já que trabalho com jornalismo, deveria ser a parte na qual eu iria melhor, foi, no entanto, o ponto que me deixou mais revoltada. Havia uma série de perguntas totalmente desconectada da realidade da profissão.
Vejam este exemplo, para mim o mais emblemático. Reparem nesta questão:
O texto jornalístico conhecido como suelto também é chamado de:
(A) artigo ou resenha;
(B) crônica ou feature;
(C) tópico ou vária;
(D) glosa ou folhetim;
(E) nota ou carta.
O detalhe é que nunca, na minha vida, havia ouvido falar deste tal de suelto. Nunca mesmo!!! Deve ser algum termo bem antigo, da época em que nem havia TV. No gabarito, descobri que a resposta correta é "tópico ou vária", com o detalhe de que vária também é um termo desconhecido para mim.
Acho mesmo que, se o pessoal quisesse mesmo avaliar as habilidades jornalísticas de alguém, deveria pedir para que ele sugerisse uma pauta a partir de determinado tema, ou que fizesse uma reportagem com base em alguns dados apresentados.
Porque, do jeito que estava o teste, tratava-se de decorar termos como suelto, artigo de fundo, gatekeeping, newsmaking, que dizem muito pouco sobre o dia-a-dia do profissional.
Quem quiser tentar a prova em questão, do concurso da Eletronorte, está neste link.
Estou certa ou estou errada? Caros dois leitores: deixem sua opinião! Adoro quando recebo comentários ...;-)
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Dicas de sites de emprego para jornalistas
Antes eu tinha um pé atrás em relação a empregos públicos, mas depois de quase 10 anos na labuta comecei a olhar com mais interesse esta área. Abriu um concurso bacana na Imprensa Oficial, com uma vaga para assessor de imprensa. O complicado de concursos para jornalistas é que são sempre poucas vagas, mas mesmo assim vou tentar. Quem sabe, né?
Quem quiser mais informações é só acessar o site www.vagas.jor.br, que sempre tem boas oportunidades para jornalistas.
Outros dois locais que valem a pena a visita são o link zero www.twitter.com/link_zero, e o site do Comunique-se, www.comunique-se.com.br
Boa sorte a nós todos!!!
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Da seção 'enganos' da imprensa

Não dá pra dizer tecnicamente que foi um "erro", mas sem dúvida é meio estranha a manchete do site abril.com de hoje. "Jobim afirma que desaparecido é termo técnico para um corpo não encontrado".
Hã? O que ele quis dizer com isso? Para começar: muitos não sabem que Jobim é Nelson Jobim, ministro da Defesa e um dos responsáveis pela operação brasileira no Haiti.
Segundo, que o título trata da tragédia no Haiti.
Terceiro, faltou o repórter, ou o editor responsável por este título decodificar o que Jobim falou: que ele acredita que não há mais chances de se encontrar sobreviventes no Haiti.
Às vezes nós, jornalistas, estamos tão dentro de um assunto - no caso, a tragédia no pobre país da América Central - que eu sinto que, sem querer, a gente acaba sem colocar nos títulos e nas reportagens informações que já pensamos que são "óbvias".
No entanto, são informações importantes para o leitor desavisado, não são, afinal ele não passa todo o seu tempo pensando no Haiti, embora deveria...
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Ideias para pesquisa em jornalismo
Estou pensando em algumas ideias para a monografia que devo escrever neste ano, para o curso que faço (Especialização em Comunicação Jornalística – PUC-SP). A ideia que mais me atormenta (portanto, a que deve ser a mais provável para pesquisa) é a seguinte:
Gostaria de acompanhar a concepção que as campanhas de Dilma/Serra têm para a campanha eleitoral, e se eles possuem algum tipo de estratégia para lidar com a imprensa regional, particularmente os sites informativos regionais. Em seguida, a ideia é ir atrás dos responsáveis por estes serviços (pensei em buscar um veículo importante de cada região do país, mas todos fora do eixo Rio-SP) para verificar como estas informações são usadas.
Acho que seria algo bem interessante, até para verificar como estão os sites jornalísticos regionais, que são muito pouco abordados nas universidades. A internet na área política também é um assunto novo. Portanto, juntar as duas coisas parece ser uma coisa boa.
Outro tema que gostaria muito de abordar na monografia (está em segundo lugar no meu coração) diz respeito às organizações que procuram realizar o combate à corrupção, e que se estruturam, muitas vezes, por meio de sites. Eles vêm crescendo? Como vem sendo a cobertura que a mídia dá para o combate à corrupção por meio destes pequenos sites?
Estas são as duas coisas que, basicamente, têm tomado o meu tempo de férias. Tenho lido muito, e espero estar “tinindo” neste ano que promete na política, afinal temos eleições presidenciais.
Nem arrisco palpite em torno dos nomes Serra ou Dilma, porque acho que a viabilidade de uma, ou de outra candidatura, irá depender muito das alianças formadas e do marketing eleitoral, ou seja: não há nada definido, na minha modesta opinião. Se alguém quiser comentar sobre as propostas de pesquisa, dizer qual prefere, ou dar alguma outra sugestão, agradeço muito. Abraços e um ótimo 2010 a todos os meus dois leitores!