Ontem tive uma experiência muito bacana: participar como "twitteira" do programa Roda Viva, da TV Cultura. O programa, que na TV aparece ser meio chato, fica bem melhor quando se participa twittando, acompanhando as discussões no blog, parece que estes recursos acabam fazendo uma "seleção" do que é mais importante, ampliando o debate da tribuna.
Mas a intenção deste post é falar sobre as diferenças entre blog e Twitter. Para mim, o Twitter é mais como um termômetro do que está acontecendo, é muito rápido e permite saber em tempo real qual a discussão mais forte do momento, e passar para os amigos o que eu acho importante no momento. É uma ferramenta que me ajuda, inclusive, no meu trabalho diário como jornalista.
Por outro lado, o blog é mais atemporal, rende discussões mesmo muito depois que um post é lançado no ar. Muitas vezes me surpreendo quando vejo o relatório de acessos deste Mais dos Leitores e reparo que alguém leu, na última semana, um post feito por mim sei lá, um mês atrás.
Bem, enfim, reflexões sobre partes destas tecnologias, que já se tornaram parte indispensável da minha vida...
O blog é de uma pessoa apaixonada pela vida que gosta de falar sobre Comunicação, Tecnologia e Cidadania. Sugestões e colaborações serão sempre bem-vindas.
terça-feira, 23 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Sobre o meu projeto de monografia
Faz tempo que não escrevo aqui sobre o meu projeto de monografia para este ano. Aquela ideia de estudar os sites jornalísticos regionais está amadurecendo, e agora se transformou no seguinte: quero estudar quais os efeitos das novas mídias no jornalismo político regional.
A minha tese é de que a nova realidade dos blogs, internet, em que mais gente produz informação muda a relação entre regional e nacional, presente nestes veículos. Acredito, ainda, que hoje os jornais regionais precisam ser muito mais globais para sobreviver (parece estranho, mas é o que penso).
Ainda não sei como exatamente como fazer o estudo na prática. Estou pensando em usar o jornal A Tribuna como exemplo, mas é um veículo que não tem seção de política...estranho...alguém de Santos saberia me explicar porque isso acontece?
Se alguém tiver alguma indicação de blog político legal, eu agradeço. Nestes últimos tempos ando vendo muito o Twiticos, um site bem legal, que inclusive fez hoje uma "discussão virtual" sobre o projeto de lei Ficha Limpa. Abraços aos meus dois leitores!
A minha tese é de que a nova realidade dos blogs, internet, em que mais gente produz informação muda a relação entre regional e nacional, presente nestes veículos. Acredito, ainda, que hoje os jornais regionais precisam ser muito mais globais para sobreviver (parece estranho, mas é o que penso).
Ainda não sei como exatamente como fazer o estudo na prática. Estou pensando em usar o jornal A Tribuna como exemplo, mas é um veículo que não tem seção de política...estranho...alguém de Santos saberia me explicar porque isso acontece?
Se alguém tiver alguma indicação de blog político legal, eu agradeço. Nestes últimos tempos ando vendo muito o Twiticos, um site bem legal, que inclusive fez hoje uma "discussão virtual" sobre o projeto de lei Ficha Limpa. Abraços aos meus dois leitores!
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quarta-feira, 3 de março de 2010
Sobre a questão do concurso
Houve, no Twitter e aqui mesmo no blog, questionamentos à minha decisão de tentar prestar concursos. Em primeiro lugar, agradeço muito aos que se manifestaram sobre este assunto.
Queria dizer algo sobre a realidade do jornalista.
Sim, amo fazer reportagens, e gostaria de fazer isto pelo resto da minha vida. Não é, nem de longe, a minha primeira opção profissional prestar concurso.
No entanto, já estou chegando aos 30 e, nesta condição - pensando ainda que pretendo ser mãe no futuro - a estabilidade e o horário "de gente" proporcionados pela carreira pública começam a ser atrativos.
Ainda me sinto privilegiada por poder exercer o Jornalismo no Brasil, já que são tantas as dificuldades. Conheço muitas pessoas talentosas que nem ao menos possuem esta chance.
No entanto, como disse, tenho que pensar no ganha pão, no dia-a-dia e nas contas pra pagar.
Isso não significa mudanças imediatas, apenas que penso neste caminho para o meu futuro. Existem outros: por exemplo, um dos meus sonhos é ser professora universitária.
O jornalismo tem um pouco a ver com a carreira de ator, na minha opinião: existe aquela elite, "global", que ganha muito, enquanto a massa segue com baixas condições de trabalho.
E, para piorar, a categoria não é unida. Pegando emprestada uma frase que o meu namorado disse que é do Mino Carta, "jornalista é o único que chama patrão de amigo".
Talvez isso explique um pouco a minha decisão a respeito dos concursos. Deixarei a todos informados sobre os meus próximos passos. Até.
Queria dizer algo sobre a realidade do jornalista.
Sim, amo fazer reportagens, e gostaria de fazer isto pelo resto da minha vida. Não é, nem de longe, a minha primeira opção profissional prestar concurso.
No entanto, já estou chegando aos 30 e, nesta condição - pensando ainda que pretendo ser mãe no futuro - a estabilidade e o horário "de gente" proporcionados pela carreira pública começam a ser atrativos.
Ainda me sinto privilegiada por poder exercer o Jornalismo no Brasil, já que são tantas as dificuldades. Conheço muitas pessoas talentosas que nem ao menos possuem esta chance.
No entanto, como disse, tenho que pensar no ganha pão, no dia-a-dia e nas contas pra pagar.
Isso não significa mudanças imediatas, apenas que penso neste caminho para o meu futuro. Existem outros: por exemplo, um dos meus sonhos é ser professora universitária.
O jornalismo tem um pouco a ver com a carreira de ator, na minha opinião: existe aquela elite, "global", que ganha muito, enquanto a massa segue com baixas condições de trabalho.
E, para piorar, a categoria não é unida. Pegando emprestada uma frase que o meu namorado disse que é do Mino Carta, "jornalista é o único que chama patrão de amigo".
Talvez isso explique um pouco a minha decisão a respeito dos concursos. Deixarei a todos informados sobre os meus próximos passos. Até.
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