quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Surgiu a ideia e ela é incrível! Mas e aí, temos um plano?

Foto: Freepik
Conheço muitas pessoas que têm ideias incríveis. Ontem mesmo eu encontrei uma amiga que deseja montar uma loja super legal. Eu mesma quero fazer o meu livro, como já contei por aqui, e fazer uma nova faculdade.

Tudo isso parece bacana, e é, mas há momentos em que parece que há algo faltando. A engrenagem demora a girar e as ideias, sensacionais, soam como se ficassem apenas estacionadas na nossa cabeça. Soa familiar?

Ontem, eu e meu marido rascunhamos juntos o projeto do livro para que ele possa fugir das estatísticas acima, a dos planos maravilindos, e ir para as prateleiras.

Acreditamos que há três coisas a considerar:

Objetivo estratégico:

Esse tópico representa qual o mote principal, o tema que será abordado, bem como um prazo para a sua realização. No meu caso, publicar um livro sobre depressão pós-parto e outros transtornos mentais até janeiro de 2020.

Objetivo tático:

Aqui dividimos tudo o que será necessário para alcançar o objetivo estratégico. Após fazer as contas, notamos que até lá restam 330 dias. A primeira fase consistirá em realizar as entrevistas (com previsão de término em 180 dias, o que representa cerca de três conversas por semana).

A princípio, pretendo focar nos depoimentos das mães (pode ser até que eu ouça especialistas, mas elas receberão os holofotes principais).
Entre setembro, outubro e novembro a meta é escrever e formatar o livro e entre dezembro e janeiro buscar uma editora e realizar um plano de divulgação.

Objetivo operacional:

Por fim, aqui procuramos estabelecer uma espécie de roteiro para as conversas. Serão, esse caso, entrevistas de até 30 minutos com mães de todas as partes do Brasil que vivenciaram algum tipo de transtorno mental no pós-parto. Entre os tópicos que serão abordados estão como ela se deu conta de que algo não andava bem, há quanto tempo ela possui o diagnóstico e também qual conselho ela gostaria de dar para as outras mães.

Além disso eu tenho um projeto de utilizar os meus diários (escrevo há anos) no livro, embora ainda não saiba exatamente como estes textos irão entrar na publicação.

Em paralelo pretendo realizar almoços e cafés com amigos que se dispuseram a me ajudar nessa empreitada da forma como podem. Uma das pessoas que já leu parte do material foi o Kaled Kanbour e hoje também marquei com a querida amiga Nilcea Lopes, que desde o começo se prontificou a colaborar na finalização da obra. Meu abraço apertado a eles, à minha família e a todos que seguem comigo neste objetivo.

Como eu creio que quando a gente escreve a gente concretiza, finalizo aqui mais um artigo com a certeza de que mais um tijolo do livro acabou de ser assentado.

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