segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Lista de tarefas é legal....mas junto com uma de metas é muito melhor!

Foto: Freepik
Tenho uma vida atarefada. Vivo me equilibrando entre os papéis de mãe, esposa e profissional. Ganhei no final do ano passado um quadro de tarefas que tem ajudado muito a organizar a rotina. Lá eu marco desde o remédio que eu preciso tomar até as visitas que eu recebo, compromissos profissionais e pessoais...

Mas eu sentia que estava faltando alguma coisa. Ali eu estava marcando as minhas, por assim dizer, obrigações. E o que realmente eu desejo fazer? De que forma eu estou buscando estes objetivos?

Então eu resolvi hoje fazer uma lista de metas. Não irei colocar todas aqui, porque algumas são bem pessoais, porém vou dar algumas amostras. Tem coisas que parecem ser bem intangíveis no momento (como correr a São Silvestre ou ir para a China) mas seguem com outras bem triviais.

É bem interessante como quando a gente tem estes objetivos em mente parece que as tarefas acabam sendo direcionadas para estas metas, e aí tudo parece fazer mais sentido.

Vou dar um exemplo: hoje eu fui na minha fonoaudióloga, a querida dra. Mariza. Quem me conhece há mais tempo sabe o quanto eu sofro com a minha voz, já que tenho disfonia espasmódica o que dificulta a projeção em especial dos tons graves. Pois bem, como desafio lá na lista de tarefas eu coloquei que eu desejo fazer um TED. E sabe que hoje eu fiz os exercícios pensando no TED? Eu me saí muito melhor! E ela disse que irá me ajudar na elaboração da palestra o que me deixou muito empolgada.

Outros dois pontos importantíssimos das minhas metas profissionais que eu gostaria de adiantar aqui são os trabalhos no livro (quero seguir firme na missão de contar a minha história e a de outras mulheres) e também fazer outra faculdade em ciências exatas.

Muita gente se diz surpresa quando eu digo isso, imagina que eu seja apenas uma pessoa das letras. Ledo engano. Eu considero a matemática uma das formas mais interessantes de linguagem que existe. Para mim, ela é como poesia. Ensina concentração, foco, fora a habilidade que passamos a ter de enxergar os problemas de uma forma mais simples e objetiva.

Bem, por hoje é só que eu ainda tenho pra hoje um trecho de livro para escrever e um bebê para buscar na escolinha. Abraço a todos, Tati

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