segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

Deixando o sonho ser o guia da minha carreira

Modelo de avião de brinquedo com corações lidos. Foto: Freepik
Parece contraditório este artigo estar sendo escrito em plena segunda-feira, dia de retorno ao trabalho e à realidade dos boletos para pagar. Mas o fato é que, depois do descanso do final de semana, veio a pergunta: estou seguindo o sonho na hora de guiar os meus propósitos?

Por exemplo, há muito tempo que venho sonhando com o propósito de escrever um livro, mas pelos mais variados motivos vejo este projeto ser interrompido e adiado. Nem para a minha psicóloga eu havia dito o tema, mas hoje tomei coragem e disse que pretendo escrever sobre a minha trajetória para inspirar mais pessoas (pode ser que eu mude depois, mas considerei que fazer uma autobiografia após anos de diários seria uma boa forma de começar).

E creio que esse livro seria uma forma de coroar o que eu acredito: quando a gente começa a colocar para fora os nossos objetivos começa também a concretizá-los.

O que isso tem a ver com o ambiente de negócios?

Tudo!

Muitos profissionais iniciaram a trajetória do empreendedorismo, por exemplo, a partir do momento em que colocaram suas ideias geradas nas noites no papel. E o que dizer dos artistas e demais “sonhadores profissionais”?

E creio que todo emprego pode adquirir um sabor especial a partir do momento em que fazemos nossos sonhos participarem dele.

As redes sociais facilitaram muito a produção de conteúdo e de histórias. Está na hora de aproveitar, cada vez mais, esta oportunidade.

No livro “mídias sociais transformadoras”, de Allison Fine e Beth Kanter há uma frase interessante: “mídia social é um esporte de contato, não de espectador”. Creio que é algo por aí.

Procurando a imagem que pudesse ilustrar este artigo, encontrei a seguinte frase: “Don´t call it a dream, call it a plan”.

Este é o tal sonho que estou buscando.

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