Temos visto a cada dia uma carga maior de escândalos envolvendo o Congresso. Para mim, essa notícia possui dois lados. Primeiro: é importente denunciar para gerar mais restrições em relação aos vergonhosos benefícios que distanciam enormemente os políticos da sociedade.
Porém, a outra face da moeda: por que a política, hoje, é tão fundada em denúncias? Por que não se discute, com profundidade, os projetos votados pelos parlamentares, as ações do Poder Executivo, o que se faz de fato para mudar a vida das pessoas?
Acredito nas denúncias, mas o excesso de denuncismo é um risco, pois esconde o que deveria ser mais importante, que é o trabalho dos políticos.
Espero que no futuro as propostas sejam melhor divulgadas e o noticiário seja mais ocupado com propostas, e menos com o próximo escândalo do castelo, da mansão, etc, etc, etc....
Aproveito para complementar com o seguinte=
ResponderExcluirSerá que temos de esperar pelo futuro?
Já seria um bom começo se, agora com a internet, começassemos a fazer a nossa parte (que não é apenas clicar em alguns números a cada dois anos, em outubro). Temos de entrar nos sites oficiais de todas as esferas de governo, enviar e-mails aos nossos senadores, deputados federais e estaduais e participar das discussões que ocorrem.
Será que devemos esperar pelo futuro?
ResponderExcluirAcredito que, agora com a Internet, podemos fazer a nossa parte,ou seja, acompanhar nossos representantes (pois nós os colocamos lá) através dos sites oficiais de cada esfera do governo, enviar e-mails e ler os 2 lados da questão nos noticiários, para evitarmos tendências.
Oi, Tati! Que legal encarar um blog, não é mole. Ó, pra não ficar muito rançoso, com cara de esquerdismo chato ou palavrório retórico, bota um sabor nisso tudo. Cê vai encontrar muito material no Príncipe, do Maquiavel, na República, do Platão, no Minha Luta, do Hitler, nos livros (o Filósofo e a Política, eu acho) do Norberto Bobbio, em Jornalismo Político, do Franklin Martins, no Povo Brasileiro, do Darcy Ribeiro e em Raízes do Brasil (este é indispensável!) do Sérgio Buarque de Holanda. É tudo muito digerível (com exceção do Hitler, que escrevia mal pra burro) e rápido de ler. O pai do Chico é qualquer coisa, biscoito finíssimo. Boa sorte e parabéns! Aquele abraço!
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